Direto da redação
A precariedade das estradas na zona rural de Guarabira (PB) comprometeu a mobilidade a atrasou o atendimento médico de urgência a um paciente. Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) atolou na manhã de sexta-feira (24) enquanto tentava prestar socorro no Sítio Catolé. Segundo denúncia do vereador Célio Alves (PSB). o veículo só conseguiu chegar à residência por volta das 10h da manhã, após enfrentar dificuldades de acesso provocadas pela lama no caminho.
A denúncia aponta para a falta de manutenção preventiva nas vias da zona rural como a causa direta do incidente. Segundo o parlamentar, o caso escancara a inversão de prioridades da gestão da prefeita Léa Toscano, cuja gestão destina volumes expressivos de recursos públicos para a realização de festas e eventos, enquanto estradas e vias urbanas permanecem sem reparos ou abandonadas.
A situação revoltou moradores locais e levantou duros questionamentos sobre a eficiência do poder público municipal. Enquanto a gestão costuma atribuir transtornos do tipo a fatores climáticos e à força da natureza, críticos apontam que a degradação das vias é resultado direto da omissão administrativa e da ausência de um plano contínuo de recuperação das estradas vicinais.
Não faz muito tempo que este blog denunciou a situação próximo a uma creche no Nordeste, onde o fluxo de pessoas e veículos é intenso. No perímetro, além dos buracos, o calçamento está solto e o ‘encostamento’ está cedendo, oferecendo riscos e comprometendo a mobilidade urbana. Até o momento, nada foi feito pela gestão.

O episódio no Sítio Catolé reforça a percepção de desgaste da administração municipal, evidenciando o risco real a que a população fica submetida quando serviços fundamentais, como o resgate em urgências de saúde, são travados pela infraestrutura deficiente da cidade.
Até a publicação dessa reportagem, a Prefeitura não havia se pronunciado oficialmente. O espeço segue aberto para a versão oficial.

