
O secretário de Administração da Paraíba, Tibério Limeira (PSB), destacou, em entrevista concedida à imprensa, o legado construído ao longo da trajetória na vida pública, especialmente durante o período em que comandou a Secretaria de Desenvolvimento Humano (SEDH).
De acordo com o gestor, o trabalho à frente da pasta foi decisivo para estruturar políticas sociais voltadas à população mais vulnerável, sobretudo durante a pandemia da covid-19.
“Inclusive estava à frente da Secretaria de Desenvolvimento Humano, quando explodiu a pandemia da covid-19. Então nós tivemos um trabalho muito grande por conta do impacto social que também trouxe a pandemia, não só o impacto na saúde pública, nos óbitos, enfim, em toda aquela aquela coisa conhecida de todo mundo, mas também o impacto social porque que a atividade econômica caiu drasticamente, já que todo mundo precisou ficar em casa, né, para se proteger e tentar se proteger da doidice. E eu tava à frente da secretaria e acredito que nós deixamos um legado lá importante. Foi durante a minha gestão que nós criamos programas como o Tá na Mesa, que funciona até hoje, e é um programa de destaque do do governo do Estado da Paraíba”, enfatizou.
Tibério lembrou que o início da vida política começou na Câmara Municipal de João Pessoa, onde exerceu o mandato de vereador por três anos. Nesse período, afirmou ter pautado temas estruturantes, como o Plano Diretor da cidade, o plano de mobilidade urbana e a defesa das pessoas com autismo.
“Exerci durante três anos o mandato de vereador sempre pautando temas estratégicos, não me perdendo ali na miudeza que é muito comum nas câmaras municipais, temas como plano diretor da cidade, plano de mobilidade urbana, defesa das pessoas com autismo, entre outros temas importantes. E no último ano de mandato fui reconvocado pelo governador, aí me licenciei do mandato e assumi a Secretaria de Desenvolvimento Humano do Estado, que é a Secretaria que cuida da assistência social, da segurança alimentar, da economia solidária e de outras políticas sociais do governo”, lembrou.
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