
Os quinze vereadores que vão compor a próxima legislatura na Câmara Municipal de Guarabira, de acordo com fontes, estão em constantes diálogos para a eleição dos dois biênios do Poder Legislativo guarabirense e duas chapas, uma de situação e outra de oposição, ganham força entre os parlamentares.
Fontes informaram ao site Fato a Fato que a insatisfação do vereador Gerson Cândido de Farias (Gerson do Gesso) com a falta de diálogo da prefeita diplomada Léa Toscano (União Brasil) com vários parlamentares aliados, fez que ele decidisse colocar o nome para a presidência da mesa diretora da Casa Osório de Aquino no primeiro biênio.
Gerson, que é do União Brasil e ainda faz parte do grupo Toscano, estaria aliado com a vereadora oposicionista Josineide Nicolau (Neide de Teotônio – PSB) que, após acordo, seria candidata a presidente da Câmara Municipal de Guarabira no segundo biênio.
No grupo de situação, comandado por Léa e sua filha, a deputada Camila Toscano (PSDB), os vereadores Júnior Ferreira e Wilsinho lançaram chapas para o primeiro e segundo biênio, inclusive com o apoio de três parlamentares da oposição (Renato Meireles, Ramon Menezes e Nal São José).
Ao saber do apoio de Léa e Camila a Júnior Ferreira e Wilsinho, o vereador Gerson se rebelou e decidiu lançar o próprio nome para a presidência da Câmara. “Não combinaram nada disso comigo”, teria dito o parlamentar.
As alegações de Gerson dizem respeito a falta de diálogo da prefeita diplomada com ele próprio e o fato de sempre ter votado nas eleições da mesa diretora do Parlamento Municipal guarabirense.
– Sou o de maior idade entre todos os diplomados. Tenho experiência. Sempre votei. Agora chegou a hora de ser votado – teria dito Cândido a uma das fontes que passou as informações ao Fato a Fato. #Política
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