Na minha coluna de hoje, eu quero falar sobre ser diferente e fazer diferença na sua área de atuação profissional, destacando e chamando atenção para quem aprendeu a buscar resolver um problema ou amenizar uma dor, por exemplo. Como profissional de imprensa, compartilho aqui uma análise e uma opinião sincera, baseada em fatos e na prática constante da observação. Dessa vez, falo sobre atendimento médico – considerando algumas experiências pessoais e de terceiros que, também, busquei ouvir para escrever e publicar este artigo.
No Brasil, a grande maioria das pessoas depende do SUS quando precisa cuidar da saúde. O Sistema é maravilhoso, mas, infelizmente, os recursos investidos em Saúde Pública nesse país – que não são poucos (!) – por um desvio ou por outro motivo se tornam insuficientes e, na prática, o serviço não chega na ponta. Somado a isto, alguns profissionais de saúde ignoram o paciente, realizando um atendimento “distante” – sem olhar nos olhos e sem toque, por exemplo -, fazendo com que, muitas vezes, o doente volte para casa pior do que chegou na unidade de saúde.
No entanto, as queixas sobre atendimento médico não são exclusividade do SUS, são frequentes, também, na rede particular. Quem aqui já não pagou um plano de saúde e teve um benefício negado; ou uma consulta particular e voltou para casa insatisfeito com o atendimento? Lamentavelmente, isso tem sido recorrente… Saúde custa caro, eu sei. Mas vidas humanas importam mais. Contudo, na contramão de quem ignora a dignidade, sobretudo dos menos favorecidos, outros profissionais se destacam pela diferença que fazem durante o plantão médico e administrativo.

Eu aprendi que fazer diferença na vida das pessoas gera resultados a curto, médio e longo prazo. A médica cardiologista Ester Diogo certamente sabe disso, pelo evidente jeito com que recebe, acolhe e ouve seus pacientes. Seu marido, Marcus Vinicius, também – no administrativo. Adianto que este conteúdo não é “publi” – é um testemunho de quem, por várias vezes, buscou atendimento e voltou para casa satisfeito. E ao compartilhar essa experiência com outras pessoas, ouvi delas a mesma impressão que tive logo na primeira consulta quando acompanhei meu pai na Clínica São Lucas.
Como a maioria dos homens, não sou de estar buscando a saúde preventiva. Entretanto, tenho melhorado bastante nesse sentido, fazendo mais por mim – como ‘puxar ferro’, caminhar, correr, fazer exames de rotina, alimentação… E entre os profissionais sérios que tenho buscado para me manter em dia com a saúde, está a Dra. Ester Diogo, uma profissional extremamente competente e ‘fora da curva’ que faz diferença para os meus pais e para mim, pela forma humanizada como nos ouviu e nos orientou no seu consultório.
Meu coração tem batido tranquilamente e silenciosamente por outros motivos, mas, apenas, uma cardiologista especializada pode ouvi-lo e avaliá-lo como convém para que eu possa mantê-lo com saúde. Anualmente, portanto, ou quando preciso avaliar como anda a saúde do meu coração, eu recorro a Dra. Ester – porque aprendi que não se deve deixar nosso coração nas mãos de qualquer pessoa… Em cada consulta, sem pressa, a gente aprende algo novo com Dra. Ester – orientações não somente para manter o coração funcionando, mas para manter também uma vida saudável.
Feito esse registro, reitero minha admiração e respeito pela médica cardiologista, que ainda faz clínica-geral, Dra. Ester Diogo, neta da saudosa educadora Detinha Diogo e que, como muitos guarabirenses, estudou no tradicional Colégio da Luz. E estendo minha gratidão a Marcus Vinicius, seu marido – pela atenção, pela gentileza, diligência e pela consideração, cuja reciproca é verdadeira. E a última palavra é a que fica: agende uma consulta e cuide do seu coração! #Opinião